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Constituição das Equipas. Barreirense: 4 – Diogo Lopes, 5 – Francisco Luís, 6 – Tiago Castanho, 7 – Rodrigo Freitas, 8 – Ruben Aguincha, 9 – Ricardo Sampaio, 10 – Filipe Viseu, 11 – Francisco Lampreia, 12 – João Lanzinha, 13 – Tiago Pereira, 14 – André Lopes, 15 – Miguel Cigarro.
Treinadores: Pedro Santos e Luis Oliveira.
Scalipus: 4 – Diogo Galo, 5 – David Correia, 6 – Gonçalo Esteves, 7 – João Soares Costa, 8 – Carlos Rochinha, 9 – Ricardo Bandola, 10 – Filipe Correia, 12 – Mauro Forte, 13 – João Pereira, 14 – Pedro Soares Costa, 15 – Nuno Brando.
Treinadores: Mário Amaral e Luis Assunção.
Arbitro: Luís Oliveira. Mesa ao jogo: João Nogueira e Luzia Lampreia.
Jogo realizado no Ginásio Sede do FCB, Domingo, 10 de Janeiro de 2010, 11h.
O Barreirense alinhou de início com o Francisco Luís, Rodrigo, Ruben, Ricardo e Filipe. O Scalipus alinhou com o Diogo Galo, o João Costa, o Carlos, o Filipe e o Pedro Costa.
A nossa equipa fez um muito bom 1º período. O Scalipus defendeu zona e dificultou um pouco as nossas acções ofensivas. O Barreirense conseguiu contrariar essa defesa aumentando o ritmo no ataque, fazendo bons passes e conseguindo uma boa eficácia no jogo exterior. O Filipe e o Rodrigo estiveram muito bem na condução do jogo, o Francisco (que sairia lesionado a 1’ do fim), o Ruben e o Ricardo iam cumprindo bem junto ao cesto adversário.
O 1º período terminou com uns confortáveis 15-3.
O 2º período foi bem jogado mas as equipas não conseguiram uma boa eficácia. As defesas suplantaram os ataques. O intervalo chegou com o Barreirense a garantir uma vantagem de 12 pontos.
O Scalipus reentrou na 2ª parte com uma defesa mais pressionante, dois-contra-um e o Diogo e o Rodrigo não conseguiam libertar-se desse espartilho. O Scalipus fazia contra-ataques rápidos, com êxito na concretização. O Scalipus chegou a aproximar-se até à diferença de 6 pontos. Com substituições, entrando o Miguel Cigarro e o Filipe, e com o cansaço de alguns jogadores adversários, a nossas equipa subiu de produção. O Miguel e o Filipe imprimiram um ritmo forte ao jogo, o Tiago Castanho e o Ruben amealhavam pontos preciosos para a equipa e conseguimos terminar o 3º período com a vantagem de 10 pontos.
No 4º período o jogo ainda decorreu com algum equilíbrio nos primeiros dois minutos, mas a partir daí a inspiração do Ruben, do Francisco Lampreia, do Miguel, do Filipe e o acerto dos jogadores que foram entrando,o Diogo, o Tiago, o Rodrigo, o Sampaio, o Tiago Pereira (mais um bom jogo no capítulo dos ressaltos), o André (bom no tiro exterior) e o Lanzinha (ritmo vivo, bom nos passes), permitiram cavar uma diferença de 21 pontos. Resultado final 56-35.
No Scalipus destacaram-se o ainda iniciado Diogo Galo, o Gonçalo Esteves, o Pedro Costa e o Filipe Correia.
Curiosidade: A que se deve o nome BARREIRO ?.
Três hipóteses:
· A) Barreiro vem do tipo de solo – solo barrento-, da nossa terra?
· B) Barreiro vem de “Barrio”, designação antiga da palavra que evoluiu para bairro, tendo em conta que o núcleo original da nossa localidade teria sido um pequeno bairro de pescadores, na zona da “avenida da praia”?
· C) Barreiro vem de “Barra”, porque os primeiros pescadores do Barreiro iriam pescar para a barra do Tejo, na foz do rio?
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O Homem do Bloco.
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